Bom dia Amores!!
Como vocês estão?
Hoje temos mais um entrevista!!!
A entrevista de hoje é com a maravilhosa escritora parceira Clélia Gorski espero que gostem e comentem muito <3
Beijos





Um pouco sobre Clélia Gorski:

Clélia Gorski nasceu na cidade paulistana de Itararé e mora em São Paulo desde 1987.
Formada em Jornalismo e em Publicidade & Propaganda,acumulou experiência como apresentadora,repórter,editora,produtora e assessora de imprensa,com passagens pelas emissoras de televisão Record,Cultura,Gazeta e pela Rádio Eldorado.A autora é mãe de dois filhos e apaixonada pela arte de escrever.A obra Separada & Dividida é sua estreia na literatura


1°Quando descobriu que queria escrever? De onde surgiu as inspirações para o Livro? 
Eu sempre gostei de escrever, por isso escolhi seguir jornalismo, uma profissão que me possibilita exercer esta atividade. 
Este livro foi inspirado na minha própria experiência de ter passado por um processo de separação e das reflexões que fiz durante a reconstrução da minha vida desde então: a sobrecarga de tarefas da mulher moderna, a necessidade de identificar prioridades entre tantos compromissos a cumprir, a importância de uma mãe cuidar de si mesma como forma de ser uma pessoa melhor e exemplo para seus filhos...

2°Você tem algum ritual para escrever? Quais? 
Eu gosto de escrever próxima à janela ou numa varanda. Se ouvir o canto de um pássaro, então, a motivação é ainda maior. De fato, eu procuro me sentir confortável e de bem comigo mesma para que eu possa tecer a melhor “colcha de retalhos” ao escrever uma história.

3°No inicio algum escritor te influenciou e agora? 
Todo escritor gosta de ler e, portanto, tudo o que lemos acaba por nos influenciar. Uma escritora, no entanto, me marcou muito e acredito ter sorvido um tanto sua poesia como inspiração para a escrita: Rosamunde Pilcher. Temos, cada qual, seu estilo. Mas sua maturidade na escrita me encanta e inspira.

4°Quanto tempo demorou para escrever seu livro? 
Eu costumo dizer que foram oito meses de imersão no mundo de “Alice no País” da vida moderna.

5°Como você lida com os elogios e criticas? 
O feedback sempre acrescenta e estou feliz com a repercussão de “Separada & Dividida”: as críticas têm sido muito boas e muitas leitoras me escrevem sobre como o livro as inspirou a dar a volta por cima e a caminhar tendo a autorrealização como norte.

6°Em questão da publicação de seu primeiro livro:O que foi mais difícil desde a obra pronta até seu Lançamento?  
Aconteceu tudo muito rápido: eu acabei de concluir o romance e iniciei o contato com poucas editoras. Em menos de um mês, tive o retorno positivo da Nova Século. Este processo me surpreendeu positivamente: até agora, o grande desafio tem sido conciliar tempo entre meu trabalho como jornalista e a divulgação do livro.

7°De onde vêm os seus personagens? são inspirados em pessoas reais ou em fatos? 
Muitos personagens foram inspirados em pessoas reais, fatos que vivi ou presenciei; outros foram criados. No processo de inspiração nada é muito estático, acabado, determinado... Tudo flui e o escritor deve estar aberto para conseguir criar a partir de lembranças, imaginações e inspirações.

8°Tem projetos para mais livros? 
Sim: tenho um romance e um livro de Contos e Poesias.

9°Você acha que existe muito preconceito com escritores nacionais? 
Um bom livro independe do fato de ser nacional ou não. Se houver preconceito é por falta de leitura. Quanto mais você lê, mais reconhece que há livros para os mais variados perfis de leitores e que a qualidade de um livro está no fato do texto ter fluência e despertar emoções.

10°O que acha dos escritores atuais? E os mais antigos? 
Gosto de ambos. Aprecio Oscar Wilde, Gabriel Garcia Marques e também nomes mais atuais como Elizabeth Gilbert e  Valter Hugo Mãe.

11°A divulgação que os igs, blogs e youtubers fazem é importante? 
Sim. Todo este trabalho é fundamental para o fomento à leitura e a divulgação do escritor.

12°O que ela costuma ler, escutar e assistir? 
Leio muita coisa e costumo variar o estilo até como forma de me exercitar como jornalista e escritora. Também sou eclética no quesito música: curto tanto Beatles, Rod  Stewart, quanto bandas atuais como Passenger e Coldplay. Gosto de assistir  a filmes, séries e documentários.

13°Quando olha para trás sua maior satisfação é poder dizer...
...que já plantei uma árvore, criei dois filhos e publiquei meu primeiro livro!




Olá,como vocês estão?
Hoje temos entrevista no blog!!!
A entrevista foi a maravilhosa escritora Ligia Ortiz,fique super feliz com a oportunidade espero que gostem e comentem muito!
Beijos *-*




Um pouco sobre Ligia Ortiz:

Ligia Ortiz nasceu na capital de São Paulo em 1981.Inquieta por natureza,cursou Publicidade e Propagada e atuou em agência conceituadas ode trabalhou com grandes clientes.Encontrou na escrita uma forma de aplicar seu instinto criativo.Além de escrever,ama ler e,principalmente,estar em família.
Atualmente reside em Jundiaí com seu marido e filho.
Nas Proximidades do Amor é seu primeiro romance.


1°Quando descobriu que queria escrever? De onde surgiu as inspirações para o Livro? 
Foi muito por acaso. Sempre gostei de ler, e ler muito. Em determinado momento da minha vida, eu não estava mais satisfeita com a carreira que tinha escolhido. Arrisquei algumas áreas e, mesmo assim, ainda não “sentia” que tinha me achado, sabe? Certo dia, quando conclui uma leitura, a ideia veio como mágica: e se eu escrevesse algo? 
No começo não tinha grandes pretensões. A medida que a história foi me envolvendo e tomando minha mente, percebi que eu ficava ansiosa por essas horas de escrita. Foi então que descobri que este era o meu caminho.
Acredito que as inspirações venham de todos os lugares. Uma cena, sentimento, uma música. Junte isso à criatividade e a história nasce, rsrs.

2°Você tem algum ritual para escrever? Quais? 
O que eu costumo fazer é elaborar um esboço primeiro, determinando tudo o que vai acontecer na história. Depois eu volto ao início do texto e começo a adicionar mais informações, incrementar o cenário, colocar diálogos. Depois, enfim, releio tudo novamente corrigindo e arrumando o texto.

3°No início algum escritor te influenciou? E agora? 
Influenciar a escrever, não. Acredito que os escritores que admiro sirvam de fonte de inspiração, através de suas histórias que tanto me cativam.

4°Quanto tempo demorou para escrever seu primeiro livro? 
No geral, demorei cerca de um ano, entre paradas e retomadas.

5°Como você lida com os elogios e críticas? 
Ainda de forma bem tímida, devo admitir, rsrs. 
Mas acho que é normal, um processo que leva certo tempo para aprender. Tento sempre tirar algo de bom dos comentários, que seja útil, que eu possa usar para meu aprimoramento. 

6°Em questão da publicação de seu primeiro livro: O que foi mais difícil desde a obra pronta até o lançamento?  
Acho que o mais difícil, ou trabalhoso, é a parte de divulgação. Precisa-se investir um bom tempo para promover a obra. Eu optei, primeiramente, pela autopublicação. Só depois de sentir a resposta sobre a história, fui atrás de uma editora tradicional. Esse processo levou dois meses. 

7°De onde vêm os seus personagens? São inspirados em pessoas reais ou em fatos? 
Todos frutos da minha imaginação. Claro que o dia a dia pode trazer uma ideia, uma inspiração, mas apenas um toque. Todo o resto fica com a criatividade, rsrs.

8°Tem projetos para mais livros? 
Ah, sim! Estou escrevendo dois atualmente. Um chama-se “Aparências” e está sendo postado capítulo a capítulo no Wattpad. O outro “Renitências do Amor” é a continuação da série predestinados, da qual o “Nas Proximidades do Amor” faz parte. E fora esses, tenho mais alguns projetos em andamento.

9°Você acha que existe muito preconceito com escritores nacionais? 
Eu não diria preconceito, talvez receio com o que não se conhece. Porém, o mercado vem mudando em relação ao assunto e vários novos autores nacionais estão começando a ter reconhecimento. O panorama está diversificando e, acredito que com o tempo e a experimentação de novas leituras, a literatura nacional venha a se beneficiar.

11°A divulgação que os IGs, Blogs e Youtubers fazem é importante? 
Com certeza. Particularmente, acredito que é a principal forma de se divulgar um livro hoje em dia. Por mais que você alcance outros meios como televisão, rádio e outros, as pessoas estão em peso conectadas à internet e, quem tem o hábito de ler, sempre procura opiniões nesses canais, o que faz com que eles sejam de suma importância. 

12°O que você costuma ler, escutar e assistir? 
Romances em geral, rsrs. Gosto bastante também de distopias, ficção científica, sobrenatural, fantasia. Quase não assisto TV, salvo por um ou outro seriado, rsrs, mas adoro um filme. Amo ouvir MPB, Rock “das antigas” e Blues/Jazz.

13°Quando olha para trás sua maior satisfação é poder dizer...
Que todo esforço tem um resultado. Nem sempre é imediato, mas quando se faz o que gosta, de coração, uma hora ou outra a recompensa chega.


Bom dia!
Como vocês estão?
Hoje temos a primeira entrevista no blog!
A entrevista foi a maravilhosa escritora Camila Gatti,fique super feliz com a oportunidade espero que gostem e comentem muito!
Beijos *-*


Um pouco sobre Camila:
Camila Gatti é formada em Administração com ênfase em Marketing. Atua como escritora desde 2011. Seu primeiro projeto/livro foi uma coletânea de crônicas, no qual abordou diversos assuntos, totalizando 41 crônicas. Atualmente ela tem 04 projetos engatilhados. Dois deles já estão em andamento, os outros dois ainda estão na etapa de  planejamento. Ela busca manter o mistério, mas deixa uma dica: sua intenção é escrever um livro de cada gênero literário. Seus livros publicados são: Crônicas & Absinto e Nas Alturas
Entusiasmada, curiosa pela vida, em saber como tudo funciona. Dedicada em fazer sempre o melhor, seja na vida pessoal ou profissional. Quando criança, perguntava milhões de porquês à mãe; agora adulta, mergulha nos livros, filmes e conversas em busca das respostas. Fascinada pela natureza criada por Deus, ama também a metrópole construída pelo homem. Acredita que cada atitude e/ou pensamento faz diferença. Brilhante como a Luz, é assim que quer ser. Recentemente recebeu a comenda de Membro Imortal Correspondente 36 da Academia de Letras do Brasil/ Seccional Araraquara (primeira Academia Mundial da Ordem de Platão), o Prêmio Melhores Poetas Lusófonos 2015 (evento realizado pela Editora Mágico de Oz), e o convite a integrar o quadro acadêmico da Academia de Letras e Artes de Fortaleza.


1°Quando descobriu que queria escrever? De onde surgiu as inspirações para os Livros?
Assim que iniciei na faculdade, aos 19 anos, surgiu uma vontade latente de escrever um livro. Acabei me dedicando à faculdade, me formado em administração, redirecionei meus interesses para o meio acadêmico e profissional, e essa vontade de escrever ficou um tempo na ‘gaveta’, digamos assim, até surgir uma ideia concreta de uma história (ou foco) a desenvolver em narrativa.

2° Você tem algum ritual para escrever? Quais?
Nada muito específico: costumo ouvir músicas enquanto escrevo, assim como assisto muitos seriados durante o período que estou desenvolvendo a história. Outro ritual que tenho é deixar sempre na cabeceira da minha cama um caderno com uma capa de couro e uma caneta, pois algumas inspirações muitas vezes surgem no meio da madrugada (riso)... Aí costumo anotar a ideia principal, ou às vezes as desenvolvo por completo.

3° No início,que tipo de escritor/livro te influenciou? e agora?
Até hoje gosto de escritores como Hermann Hesse, Clarice Lispector, Anne Rice, Nietzsche, Jack Kerouac, Taylor Caldwell, Machado de Assis, Dylan Thomas, Augusto dos Anjos e Fernando Pessoa, assim como leitura sobre zen budismo e espiritismo. Digamos que ampliei meu círculo de interesse em diversificar gêneros literários, em vez de gostar de autores em específico. Como amo cinema, busco muito me inspirar em diretores, cineastas em geral: tenho sempre a intenção de escrever livros que se traduzam visualmente, como se as palavras pulassem do papel para criar uma imagem, entende? Adoro David Lynch, Martin Scorsese, Danny Boyle, Quentin Tarantino, Christopher Nolan e David Fincher, para citar alguns.

4° Quanto tempo demorou para escrever seu primeiro livro?
O ‘Crônicas e Absinto’ foi meu primeiro lançado: o escrevi em menos de 15 dias. Havia recentemente assistido o filme Sem Limites, com Bradley Cooper no elenco, e decidi fazer um desafio pessoal, em escrever em um espaço-tempo determinado. Estava passando por um bloqueio criativo na época, e ter lançado esse desafio a mim mesma foi a inspiração que precisava. Foi divertido ter concluído o livro em aproximadamente 10 dias: aprendi a permitir que meu fluxo de pensamento criasse um método particular de estruturação das ideias.

5 ° Acredito que o livro "Nas Alturas" tenha sido muito polêmico,li resenhas que o elogiava e outra que o criticava,como você lida com os elogios e criticas?
Em ambos os casos costumo lidar (com críticas) da mesma forma (com que lido com elogios). Claro que críticas/elogios vazios não se equiparam a elogios/críticas fundamentadas construtivamente, no papel de leitor ‘observador’. O ‘Nas Alturas’ é controverso, é polêmico, principalmente por eu ter escrito esse livro inspirado em fatos reais. A Marina é uma mulher que tem suas próprias regras, mesmo que a sociedade ou valores morais não ‘concordem’ com ela. Há quem abrace a diferença, e viva a experiência de ler uma história singular, e há quem a rejeite sem ao menos dar uma chance, onde somente o julgamento é capaz de justificar a leitura. Entendo que ninguém é perfeito. Por fomentar reações de amor/ódio, opiniões entre 8 e 80, foi um dos fatores que despertou meu interesse em escrever a vida da Marina. Vale à pena apresentar uma proposta de romance que raramente se lê por aí.

6 ° Quando surgiu "Crônicas e Absinto"?
O ‘Nas Alturas’ era um projeto em desenvolvimento anterior ao ‘Crônicas e Absinto’, por incrível que pareça. Senti a necessidade de criar uma metodologia quanto à escrita, de modo a simplificar a primeira experiência em escrever um livro. Criar personagens e manter continuidade da história é tão complexo quanto escrever uma crônica, mas a vantagem, a meu ver, de escrever crônicas, é a exposição de opiniões frente ao cotidiano, sem uso de personagens ou diálogos. O ponto central é a vida no presente, é ‘sentar’ diante da vida, observá-la, entender sua opinião sobre tal assunto, e abordá-lo de forma que o pensamento holístico seja predominante.  Decidi abordar questões geralmente consideradas tabus, como política, religião, fé e até mesmo o 'ter opiniões próprias'... Curiosamente publiquei o livro um tempinho antes de muitas situações emergirem no país, como as passeatas e reivindicações por qualidade de vida, que tanto engajaram a sociedade de modo uníssono. Penso que a beleza em ser cronista é essa liberdade em expor fatos à luz, sem rodeios, deixando o leitor refletir sozinho e criar sua própria opinião. Senti que poderia aglutinar, em um só livro, vários assuntos aleatórios, sendo um diferencial do livro, pois geralmente escritores costumam abordar um único tema/assunto. O "Crônicas e Absinto" é um ‘melting pot filosófico e reflexivo’.

7°Em questão da publicação de seu primeiro livro: O que foi mais difícil desde a obra pronta até seu Lançamento?
Cada experiência é única, tanto de livros, quanto de escritores. É difícil depender de livrarias, editoras, sendo, em alguns casos, o seu livro ‘mais um’ em seus catálogos. Digamos que, onde há pessoas, há interesses individuais. A sorte está em ser comercializada por pessoas que possuem os mesmos interesses que você, escritor. Atualmente o ‘Crônicas e Absinto’ está sendo comercializado somente e diretamente por mim, pois comprei os direitos autorais junto à editora. É um desafio burlar o sistema, mas decidi fazer desse modo, em relação a este livro em específico.

8° Tem projetos para mais livros?
Tenho sim: há alguns projetos sendo desenvolvidos, outros anotei para serem escritos em um futuro próximo. Minha intenção particular é lançar um livro de cada gênero literário. Espero humildemente conseguir realizar essa proeza.

9° Você acha que existe muito preconceito com escritores nacionais?
Não entendo como preconceito, e sim como interesse comercial em livros/escritores estrangeiros. Tudo depende de investimento financeiro, marketing, e quanto mais globalizado o mundo se encontra, mais a ‘moda do momento’ busca homogeneidade. Acredito ser algo oriundo do inconsciente coletivo, pois há diversos escritores no mundo, principalmente no Brasil. A aposta em publicar um escritor nacional (ainda) desconhecido não parece seduzir algumas editoras que priorizam o (já) escritor best seller internacional. Quem tem o poder de quebrar esse círculo vicioso é o leitor.

10° O que ela costuma ler,escultar e assistir?
Resposta: Costumo assistir muitos filmes e seriados, leio pontualmente gêneros literários que sejam diferentes das histórias que estiver desenvolvendo no momento. Adoro música, ouço constantemente rock, trance, pop, instrumental e outros gêneros, exceto funk, heavy metal e pagode. Tenho lido livros do segmento espírita, pois dentro deles há muitas respostas, apesar de não seguir o espiritismo. Livros do André Luiz, Hammed e Ermance Dufaux estão entre meus favoritos.


11° O que acha dos escritores atuais? E os mais antigos?
Independente de escritores atuais ou antigos, gosto dos que possuem ideias originais, que escrevem histórias originais, de forma a desenvolverem uma escrita que imprima sua marca, como escritor. Com certeza há talentos especiais que ainda não foram descobertos pelo mainstream, que ainda estão buscando seu espaço. A singularidade é o que salta aos meus olhos: para descobrir, há de se garimpar.

12° A divulgação que os igs,blogs e youtubers fazem é importante?
É mega importante.Entendo que o buzz marketing é a ferramenta que blogueiros utilizam de maneira perfeita. O uso de redes sociais (blogs, igs, vlogs, facebook, twitter, etc.) é amplamente utilizada como uma malha subterrânea, frente às mídias de veículos de massa, como jornal, revistas, sites, etc. Ser divulgado por blogs/igs/youtubers, e assim ser apresentado a milhares de leitores/seguidores daquele formador de opinião (que é o blogueiro), é também uma forma oficial de divulgação. Mesmo não estando na propaganda da TV, por exemplo, nossa obra torna-se conhecida por pessoas que contam para outras, que compartilham, curtem, se interessam e assim a ‘pequena bola de neve’ que o blogueiro iniciou, ao solicitar parceria, por exemplo, encontra sua finalidade como se tornar uma ‘avalanche’. O desdobramento da divulgação, através das resenhas e entrevistas, oferecem ainda mais espaço positivo.

Camila muito obrigada pela oportunidade de fazer essa entrevista,queria pedir para você deixar um recado para nossos leitores e futuros escritores!

Primeiro, agradeço de coração a você e à todos os blogueiros, que fomentam a literatura de uma forma tão simpática e informal. Agradeço pela oportunidade em ter sido lida por você,Velaine, e por essa entrevista. Meu recado é um pedido, na verdade: sejam ousados diante da vida, seja no mercado de trabalho ou na vida pessoal. Ousem ter opiniões próprias, sejam curiosos pelo conhecimento, busquem desenvolver o dom que Deus deu a cada um de vocês. Parece clichê dizer isso, mas acreditem até o fim, do que vocês, individualmente, são capazes de fazer. O mundo é formado de contribuições genuinamente individuais. Lógico que haverá questionadores ou obstáculos no meio do caminho, que desencorajarão suas ações, mas que estes fatores se tornem um combustível para o sucesso de cada um de vocês. Utilizem as redes sociais de forma positiva, elogiando, contribuindo, criando assim uma sociedade em paz, feliz, erradicando o egocentrismo, a inveja e a maldade. Deem essa chance de realmente fazer a diferença. :)